Massa:
200g de farinha de trigo integral
5g de fermento biológico
1 colher de azeite
1 xícara de água morna
1 pitada de sal
Recheio (sugestão)
100g de peito de frango ou frango desfiado
1 tomate
Metade de uma cebola média
1 colher de alho desidratado ou 1 dente
125g de molho de tomate
200g de queijo magro (ou de sua preferência)
1 pitada de orégano
1 fio de azeite
Modo de preparo da massa:
Em uma tigela misture a farinha, o fermento, o sal, o azeite e por último acrescente a água morna aos poucos até formar uma massa homogênea e que não grude mais nos dedos, feito isso deixe descansar por 15min.
Obs: É importante que a água esteja morna, não quente e nem fria, é ela que irá ativar o fermento e fará a massa crescer.
Unte a forma, espalhe a massa sobre ela e leve ao forno a 180cº por 15min.
Modo de preparo do recheio:
Enquanto a massa assa, doure a cebola e o alho no azeite.
O resto do processo é ainda mais simples, com a massa já assada, espalhe o tomate, seguido do peito de frango, a cebola e o alho, o molho de tomate, o queijo e por último a pitada de orégano.
Mais 15min no forno pra derreter o queijo e pronto.
Alguns amigos frequentemente me perguntam:
como conciliar cansaço e indisposição a um bom treino físico? Como fazer para
ter coragem de colocar os pés numa academia após um dia bastante cansativo e
estressante? Como ir além e realizar um bom treino mesmo estando com a cabeça
noutro lugar?
Para responder a essas perguntas,
relatarei minha experiência pessoal no que se refere a ir treinar musculação ou
realizar alguma atividade aeróbica no fim de um longo dia.
A maioria das vezes que me recordo de ter
deixado de realizar um treino, as principais causas circundavam entre cansaço e
indisposição e (Por que não?) numa busca incessante por uma justificativa
racional e coerente que aliviasse minha culpa de faltar o treino. Note que eu
disse RACIONAL, uma busca realmente pautada no estabelecimento de uma
hierarquia de prioridades na qual a atividade física poderia ser extraída,
simplesmente por não está dentre as prioridades a longo prazo, principalmente
dentro de minha carreira profissional. Nessa linha, questão de saúde e
bem-estar não deveriam entrar em jogo, desde de que não abusasse na má
alimentação, tudo poderia correr bem, mesmo sem nenhuma atividade física
regular.
Ledo engano, a problemática relacionada ao
tempo gasto treinando não é, de fato, um problema relevante, mas é somente um
bode expiatório que associado a falta de hábito de praticar atividade física,
ao cansaço e a indisposição do dia-a-dia acabam fazendo com que você associe
essa atividade a algo extenuante, que não trará nada de positivo.
Mas o que há de positivo em se exercitar?
Além dos motivos óbvios de sair do sedentarismo e influenciar diretamente sua
saúde física e mental a curto e longo prazo, eu costumo usar a atividade física
como uma catarse do cansaço acumulado ao longo do dia até exatamente a hora em
que malho. Não funciona como uma fuga do dia-a-dia, mas sim como uma resultante
feliz dele, na qual posso me desgastar e me sentir bem fisicamente ao realizar
mais uma atividade com afinco e foco, sem nenhum acúmulo de pensamentos complexos
e tendo em mente que ela se encerrara completamente sem deixar resquícios
negativos para o dia seguinte.

E o mais importante: como se manter indo para academia, como não ceder ao cansaço e estresse diário? Visando antecipar essas nuances comuns do estado de espirito pessoal, eu transformei meu ato de ir para academia em algo plenamente mecânico. Para isso anulei algumas etapas infrutíferas que geravam muito desgaste mental. Etapas como o pensar em ir para academia, avaliar a importância de ir em relação a outras coisas e convencer-me de que valeria a pena ir. Dessa forma, a cada início de semana eu defino os dias que vou para academia e simplesmente vou, sem pensar no assunto diariamente, algo mecânico, um verdadeiro hábito cravado na minha rotina. Essa estratégia me ajudou bastante, espero que ajude vocês também.